Apoiando uma PEREGRINAÇÃO a FÁTIMA...



Como o prometido é devido, este ano fui apoiar o grupo que me ajudou na peregrinação a Fátima no ano passado (LINK, para o post).

35 pessoas a caminhar e 11 no apoio.
Único objetivo de todo o grupo; Chegarmos todos a Fátima!
Única preocupação dos anjos da guarda (apoio); nome dado por mim o ano passado; o bem estar deles, peregrinos.

O nosso dia/noite, era mais ou menos assim;

Começavam andar entre as 22h e as 23h; nós ficávamos acabar de arrumar e limpar tudo.
Tudo arrumado e o Jorge (o nosso chefe que diz não ser chefe de nada), faz um pequeno briefing com o resumo do dia/noite que acabou, dando algumas orientações para o novo dia/noite.
Ao longo da noite íamos parando, os carros; aguardar a sua passagem e para perceber se precisavam de alguma ajuda; aproveitando, ao mesmo tempo para, nós, descansarmos as pestanas!
Por vezes, era algo confuso quando acordávamos, passado pouco tempo, com a passagem deles:
“onde estou?”
“o que estou aqui a fazer?”
“quem são estas pessoas ao meu lado?”
Coisas deste género!



Em alguns locais e em vez de dormir, resolvíamos ir ao encontro deles a pé, regressando aos carros com a companhia deles.
Para arranca, arranca para, dorme acorda, acorda dorme, chuva frio, frio e chuva, isto nunca mais acaba... 4 noites assim!
Chegados ao ponto de descanso, descarregar tudo, limpar e preparar o pavilhão assim como a comida, para eles comerem e dormirem.
Banho, comer e dormir; nós (apoio) já vamos ter convosco, para descansar!
Final da tarde, acordar primeiro que eles, para preparar o jantar antes de sairmos. Entretanto, começam a tratar das “maleitas” que têm nas pernas e nos pés e logo de seguida, começa uma nova jornada.

A panificadora de Caxarias, volta abrir à 01h00m da manhã, para nós comermos umas natas enormes e deliciosas acabadas de sair do forno.


A chuva e o frio foram dois companheiros de viagem, não desejados.
Durante a missa em Fátima, conseguimos ter, chuva, granizo, frio, sol (muito quente), novamente chuva e frio e acabou com sol.
Quando chegámos a Seia, a chuva voltou a brindar-nos com a sua presença, na hora de descarregar os sacos.
Estava destinado, que a chuva seria nossa companheira este ano.
Para terminar bem, a carrinha que eu levava, furou entre Seia e Santa Comba; tendo o Jorge trocado o pneu.

O recordar do meu sofrimento e passagem, por todos estes locais, no ano passado, foi-me dando força para ajudar quem estava agora a precisar.
Estamos todos de parabéns.

Para o ano, se tudo correr como espero, voltarei ajudar o mesmo grupo a chegar ao santuário.

todos fomos batizados simbolicamente!



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